segunda-feira, 16 de março de 2026

Reunião discute impactos do fechamento das barragens em Brejo Santo e mobilização por reabertura

O fechamento das barragens de Brejo Santo tem gerado preocupação entre comerciantes, pescadores, ambulantes e trabalhadores que dependem da atividade econômica no entorno dos reservatórios. Para discutir os impactos, representantes do poder público e da sociedade civil se reuniram no Sítio Vieira para ouvir os setores afetados e iniciar um levantamento dos prejuízos.


Participaram do encontro o presidente da Câmara Municipal, Ranilson Tavares, o secretário de Agricultura, Edjânio Felinto, o secretário de Desenvolvimento Econômico, Jerônimo Freire, além de comerciantes, donos de restaurantes e churrascarias, pescadores ribeirinhos, praticantes da pesca esportiva e moradores da região.


“Nosso primeiro passo foi ouvir as pessoas que vivem dessa atividade. Precisamos compreender com clareza quais são os prejuízos econômicos e sociais que o fechamento está causando para que possamos construir, de forma responsável, um encaminhamento junto aos órgãos competentes”, destacou o secretário Jerônimo Freire ao Blog do Mateus Silva. 


Ainda de acordo com ele, ficou definido que será convocada uma audiência pública para apresentar os dados, discutir os impactos e buscar caminhos para uma possível reabertura da barragem. 


“A gente sabe que, para ter acesso às barragens, vai ter que ter algumas regras e limites. Foi passado para a gente que está tendo muito prejuízo para algumas pessoas e inclusive para o município. Hospedagem, alimentação, tem toda uma cadeia que estava se beneficiando do lazer e da pesca nessas barragens, como a pesca esportiva e o turismo”, afirmou o presidente da Câmara Municipal, Ranilson Tavares, ao Blog do Mateus Silva. 


Ele destacou ainda que a proposta é ampliar o debate e buscar esclarecimentos junto aos órgãos responsáveis pela gestão das barragens, como o Ministério do Desenvolvimento Regional e a Agência Nacional de Águas (ANA), sobre a possibilidade de acesso e as regras necessárias.


A expectativa é que, com a participação da comunidade e o levantamento das informações, seja possível subsidiar o diálogo institucional e discutir soluções que considerem tanto a segurança quanto os impactos econômicos e sociais do fechamento das barragens.

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